Dermatoporose

O envelhecimento da pele ainda é amplamente entendido como um problema estético a ser “resolvido” no âmbito da cosmetologia. Entretanto,é hoje considerado e amplamente aceito no meio científico como um problema funcional deste órgão que chamamos pele.

O entendimento atual é de que a dermatoporose é uma condição da pele caracterizada pelo envelhecimento cutâneo avançado e fragilidade extrema da pele, tornando-a mais suscetível a lesões, hematomas e lacerações espontâneas. Essa condição afeta principalmente idosos, especialmente em áreas mais expostas ao sol ao longo da vida, como braços e pernas.

Compartilhamos mais detalhes sobre esse novo conceito DERMATOESCLEROSE, inclusive a sua origem em 2007, no vídeo que pode ser acessado neste LINK

Pe diabético – Rachaduras – COMO TRATAR

O tema PÉ DIABÉTICO é recorrente quando se trata de feridas crônicas.

A incidência de lesões que podem se instalar nos pés dos diabéticos é de tal magnitude que o seu estudo nunca se esgota.

Vamos compartilhar nesse vídeo uma dessas situações tão frequente nesses pacientes: ressecamento, rachaduras, calosidades e hiperqueratose na região plantar.

Antes de tudo precisamos entender o que acontece no pé dos diabéticos que leva ao ressecamento da pele. Faz parte de um fenômeno NEUROLÓGICO que conhecemos como NEUROPATIA DIABÉTICA. Infelizmente, essa neuropatia é raramente diagnosticada antes de surgirem as complicações que podem levar a resultados dramáticos, tais como amputações.

Segundo alguns autores A NEUROPATIA É UM EVENTO MUITO ESQUECIDO NA AVALIAÇÃO DOS DIABÉTICOS.

Vamos enfocar em um dos aspectos desse extenso território das neuropatias que afetam os diabéticos.

Úlcera de Martorell – um diagnóstico esquecido

A úlcera hipertensiva de Martorell (nos membros inferiores) é uma peculiaridade dos portadores de hipertensão arterial.

É pouco diagnosticada porque frequentemente está associada com outras patologias que também provocam feridas.

Profissionais de saúde que se dedicam ao tratamento dos portadores de feridas crônicas precisam estar atentos para essa possibilidade.


Quando a cicatrização falha – IODO

Compartilhamos uma publicação mostrando o papel da PRATA no combate às infecções que provocam a falha na cicatrização das feridas cônicas.

A infecção não permite que a cicatrização saia de sua fase INFLAMATÓRIA.

Agora vamos compartilhar algumas considerações pertinentes ao elemento IODO dentro deste mesmo conceito do combate às infecções e ao BIOFILME nas feridas crônicas.

O uso dos desses antimicrobianos tem evoluído muito e superado convenientemente alguns desafios tais como a toxicidade celular e a resistência bacteriana, bem como a inviolabilidade das comunidades de microrganismos por trás da barreira dos biofilmes.

Se desejar, assista o vídeo abaixo.

Quando a cicatrização falha – PRATA

Todos nos deparamos com aqueles momentos em que o tratamento das feridas estacionam e os resultados que desejamos não acontecem. É QUANDO A CICATRIZAÇÃO FALHA.

Encontrar a causa ou as causas dessa falha se torna inadiável. Entre tantas possibilidades que impedem uma evolução favorável da cicatrização, uma delas é a INFECÇÃO. E isto é mais frequente do que imaginamos.

E entre as armas de que dispomos para esse problema estão os ANTIMICROBIANOS. Neste vídeo compartilharemos algumas considerações sobre um desses antimicrobianos: a PRATA.

VASCULITE em Feridas crônicas

É de frequência significativa nos depararmos com feridas que, mesmo tratadas convenientemente, estacionam e não evoluem para a cicatrização. São situações em que as suspeitas diagnósticas precisam ser reavaliadas. É necessário saber identificar o momento em que investigações precisam ser iniciadas para identificar o que está impedindo a evolução satisfatória que desejamos.

Com significativa frequência as vasculites são a patologia de fundo responsável por essa desagradável parada na cicatrização. Neste vídeo compartilhamos algumas considerações básicas para a conduta apropriada nessas situações.

Dermatoporose – um novo conceito

O envelhecimento da pele ainda é amplamente entendido com um problema estético a ser resolvido no âmbito da cosmetologia. Entretanto, é hoje considerado e universalmente aceito no meio científico como um problema funcional desse órgão que chamamos pele. Nesta apresentação compartilhamos considerações gerais sobre o conceito de DERMATOPOROSE cujo conhecimento é fundamental para os que se dedicam aos cuidados com os portadores de feridas crônicas.

Assunto de fundamental importância para os que se dedicam ao tratamento das feridas crônicas

TERAPIA COMPRESSIVA -Situações atípicas – Caso 1

Compartilhamos situações atípicas que devemos solucionar de forma criativa em portadores de feridas crônicas para os quais a TERAPIA COMPRESSIVA é obrigatória.

São situações em que o retorno venoso-linfático que mantém e alimenta o edema, impedindo a evolução cicatricial, precisa ser combatido.

Ao mesmo tempo, os dispositivos usados para a compressão estão em atrito com o leito da ferida. Esse atrito representa microtraumas repetidos e continuados que prejudicam a evolução cicatricial.

É uma situação inusitada abordada de forma prática, baseada na experiência.

Terapia compressiva – O que devemos usar?

A terapia compressiva é a solução até o momento insubstituivel no tratamento das feridas dos membros inferiores decorrentes da insuficiência venosa e/ou linfática dos membros inferiores.

É também um recurso indispensável para o enfrentamento do edema. Sabemos que não é possível a cicatrização em ambiente de edema.

Aplicar os dispositivos de combate ao edema e aos efeitos da insuficiência venosa requer não apenas treinamento, mas conhecimento da dinâmica envolvida nesse procedimento.

Maceração no entorno da ferida – QUE FAZER?

Todos os que se dedicam ao tratamento das feridas crônicas se deparam com o irritante e persistente problema da maceração do entorno das feridas. Não é um desafio de fácil enfrentamento porque depende também da cooperação do paciente e familiares. A maceração é um obstáculo crítico ao processo de cicatrização e está habitualmente associado ao descontrole do exsudato.

Compartilho com vocês neste vídeo os aprendizados acumulados ao longo do tempo